Decisão do Ministro Exime Advogado Christian Zini de Medidas Cautelares em Investigação sobre Contratação de Cestas Básicas
De acordo com o despacho, apesar das investigações apontarem uma possível ligação entre Zini e Coimbra, e de as transações financeiras atípicas entre os dois terem levantado suspeitas, a análise detalhada dos três inquéritos e dos incidentes probatórios associados não revelou provas concretas que justificassem uma ação mais contundente contra o advogado.
O Ministro destacou que, mesmo após a quebra dos sigilos telemático, bancário e fiscal de Zini, não surgiram elementos suficientes para estabelecer uma ligação direta entre ele e os outros investigados no caso. “Ao analisar de maneira atenta o corpo probatório reunido nos três inquéritos e em seus incidentes probatórios, mesmo após a quebra telemática e de sigilos bancários e fiscal, não foram reunidos, a meu sentir, elementos de convicção capazes de autorizar medidas cautelares ostensivas em seu desfavor”, afirmou o Ministro em sua decisão
A decisão sublinha que as transações financeiras atípicas mencionadas pela autoridade policial ocorreram no contexto de uma relação de trabalho subjacente entre Zini e Coimbra, o que pode explicar as movimentações sem que haja necessariamente um envolvimento em atividades ilícitas.
Assim, o Ministro optou por indeferir a pretensão de adotar medidas cautelares contra Christian Zini, destacando a ausência de provas que o vinculem diretamente aos demais investigados. Essa decisão marca uma importante etapa no processo, deixando em aberto a possibilidade de novos desdobramentos à medida que as investigações prosseguem.
O caso continua a ser acompanhado de perto, e a folha capital permanecerá atento a qualquer novo desenvolvimento que possa surgir, trazendo informações precisas e atualizadas para seus leitores.